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    Menino não tem dinheiro e pinta as próprias figurinhas da Copa do Mundo! Veja: · Supermae.club

     

    O menino Pedro Henrique Blanco Arouca, de 8 anos, mora em Bauru (SP) e chamou a atenção de colegas e professores, ele mesmo pintou as figurinhas da Copa e superou a carência financeira.

    Pedro Henrique mora em Bauru (SP), onde também morou, na infância, ninguém menos que o rei Pelé, e ganhou um álbum da Copa do Mundo.

    A mãe do menino, Gleice Barizon Blanco, trabalha como caixa de supermercado e recebe um pouco mais de um salário mínimo, e não tem condições de comprar as figurinhas para o filho.

    Foi na dificuldade que surgiu a inspiração de Pedro Henrique, que começou a desenhar as próprias figurinhas com os jogadores da competição. Para fazer os desenhos, ele consultou o álbum coletivo que fica no corredor da escola onde estuda.Nos desenhos do menino estão craques como Neymar, Messi, Cristiano Ronaldo e até o Pelé. “É que eu não sabia de muitos jogadores do Brasil, então eu resolvi desenhar o Pelé. Eu sei que ele foi um grande jogador”, disse Pedro ao G1.

    Os desenhos são cheios de detalhes.“O mais difícil de fazer são os jogadores, eu fiz a taça também, mas os jogadores são mais complicados”, explica. E a mãe completa: “O álbum original é cheio de detalhes que são difíceis para uma criança memorizar. Os países, os lugares certinhos das figurinhas. Ele desenha dia e noite pensando na Copa”.

    Pedro criou até mesmo a embalagem das figurinhas. A mãe é quem explica: “Ele pegou um saquinho de hortifruti, colocou as figurinhas e falou: ‘Olha mãe minhas figurinhas também vem no pacotinho’. E eu pensei: ‘Tenho que comprar um álbum para ele’”.

    O pai do menino morreu quando ele tinha 2 anos e ele vive com a mãe, que sustenta a família com pouco mais de um salário mínimo. “Eu comprei o álbum para ele, mas é muito difícil completar as figurinhas, não tem condições de ficar comprando”, diz ela.

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    Dei à luz sozinha em casa enquanto meu marido e meu filho dormiam! Veja: · Supermae.club

     

    Rebecca Clark, de Hobart, Tasmânia, acordou com contrações, ele nunca imaginou que estaria entrando em trabalho de parto e que sua bebê nasceria em 45 minutos após sair do quarto, enquanto seu marido e sua dormiam.

    Rebecca Clark, conta ao portal Babyology, que na gravidez do meu filho Korben( agora com 3 anos) foi ótima. Não tive nenhum problema, apesar ter mudado de cidade quando eu estava com seis meses e meio de gestação. De´pois de 14 horas de contrações irregulares, após a bolsar romper eu e meu marido Jake fomos ao hospital e duas horas depois meu filho nasceu sem complicações.

    Mas na segunda gravidez, foi um pouco diferente, fui diagnosticada com diabetes gestacional. Admito que fiquei um pouco assustada, dadas as complicações que poderiam trazer, passei a comer três refeições e dois lanches por dia. E também não gastei nenhum peso durante a gravidez.

    Quando estava com 36 semanas, o hospital me disse que induziria o parto às 38 ou 39 semanas devido à minha condição. Eu mantive os níveis de açucar sob controle e meu bebê tinha peso médio.Conversando com os médicos, eles concordaram em deixar completar as 40 semanas para depois ir ao hospital e induzir o parto. Eu fiquei muito feliz.

    Na manhã da 40ª semana, acordei por volta de 1 da manhã com uma ligeira dor abdominal. Fui ao banheiro para fazer xixi, quando eu percebi que eram contrações, então comecei a cronometrá-las. Eu abri um cobertor na sala de estar, se caso minha bolsa rompesse, mas as contrações estavam um pouco irregulares nesse estágio.

    Como meu primeiro filho foi um trabalho de parto longo, achei que este seria o mesmo. Além disso, o hospital tinham me dito que ate que a bolsa rompesse eu deveria ficar em casa. Meu marido Jake e Meu filho Korben estavam dormindo, eu não quis incomodar nenhum deles, porque poderia ser horas de contrações irregulares.

    Após cerca de 40 minutos, decidi telefonar para a minha parteira. Tive duas contrações enquanto estava no telefone, ela me aconselhou a ir ao hospital. Eu tentei ligar para Jake no quarto, mas o telefone dele esta no silencioso, e eu não conseguia me mover para andar pelo corredor. Então liguei para minha mãe que estava com minha irmã a cerca de 20 minutos de minha casa e elas correram para vir me ajudar.

    Honestamente, eu nunca pensei em chamar uma ambulância. Eu pensei que tinha mais tempo, mas acontece que não tive.

    Enquanto esperava pela minha mãe e irmã eu tive uma contração e senti meu bebê descer. Foi quando eu comecei a gritar o nome de Jake (ele não me ouviu). Eu não estava com medo porque eu apenas pensava que estava no processo de contrações, mas quando eu me abaixei e senti a cabeça da minha filha eu tive um tipo de pensamento “o que acontece se algo de ruim acontece?”. Ele passou rapidamente, e eu mudei meu foco para tirá-la de lá. Duas contrações e empurra depois, acabei pegando minha filha, Maddison, quando ela saiu. Notei a hora e sentei-me no salão segurando meu novo bebê. Tudo em seu nascimento levou apenas 45 minutos a uma hora.

    Maddison foi ótimo. Ela chorou e se aconchegou contra mim, mas sentada lá esperando eu percebi que precisava avisar meu marido e meu filho. Eu consegui me arrastar pelo corredor, abrir a porta do quarto e gentilmente chamei o nome de Jake. Ele acordou e disse: “Sim?” Eu disse: “Eu tive o bebê.”

    Naturalmente, ele voou para fora da cama, acendeu a luz e me viu ali meia nua, coberto de sangue e segurando um bebê. Ele se vestiu e me perguntou o que deveria fazer. Eu disse a ele para pegar minha bolsa de hospital .

    Minha mãe tinha tentado me ligar várias vezes, mas era difícil atender o telefone (eu não conseguia pegar o telefone para responder de toda a sujeira nas minhas mãos). Como minha mãe não tinha conseguido falar comigo, ela chamou uma ambulância. – e a ambulância chegou dez minutos depois. Jake cortou o cordão antes de Maddison e eu sermos levados para o hospital, com a família seguindo.

    Eu não planejo ter mais filhos, minha filha é minha última filha. No entanto, se isso acontecesse de alguma forma, eu definitivamente não daria à luz em casa sozinha novamente. Claro que acabou sendo uma grande experiência, mas se algo tivesse dado errado, teria sido bom ter alguém lá. Eu realmente queria um parto em casa com meu filho, mas era muito caro. Como eu tinha diabetes gestacional, também não era uma opção segura para minha filha. Então não, dar à luz em casa não era uma coisa planejada, especialmente não por mim mesma!

    Se você está grávida e se encontra em uma situação semelhante a mim, dando à luz em casa ou em algum lugar, meu conselho é respirar, ficar calmo e não entrar em pânico. Faça as chamadas telefônicas necessárias cedo e não espere que as coisas, como o romper da bolsa. Eu não senti a a pausa em minhas contrações por isso que eu não liguei para a minha parteira mais cedo.

    E pelo amor de Deus, certifique-se de que o telefone do seu parceiro não está em silêncio!

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    Caso Vitória Gabrielly: Impressões digitais são encontradas nos patins da menina!Veja: · Supermae.club

     

    A impressões digitais encontradas nos patins serão confrontadas com o material genético fornecido por casal suspeito.

    Uma perícia nos patins encontrados junto ao corpo de Vitória Grabrielly Guimaráes Vaz, de 12 anos, encontrou duas impressões digitais, que foram encaminhadas ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), de São Paulo, onde investiga o caso.

    As informações foi confirmada a VEJA pelo advogado Jair Coneglian, defensor de um casal que chegou a ser considerado suspeito.Ele confirma que os clientes deixaram as impressões digitais e já foram convocados para fornecer material genético ao Instituto Médico-Legal (IML), para comparação.

    O casal foi envolvido no caso por uma terceira pessoa, um servente de pedreiro também suspeito e preso. Em uma das versões que ele deu à polícia, o homem citou o casal — liberado após depoimento.
    “O rapaz trabalhou com meu cliente em uma obra. Meu cliente não conhecia a Vitória, nem mesmo a cidade de Araçariguama [onde a menina desapareceu]. Ele depôs por mais de quatro horas e, nesse tempo, deu mais de dez versões, mencionando meu cliente em uma delas. Acredito que tenha de ser feito um exame de sanidade”, afirmou o defensor.


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    Mulher GRÁVIDA morre esmagada por Contêiner em Santa Catarina · Supermae.club

     

    Um contêiner virou da carreta e caiu sobre o veículo onde estava a grávida, Ana Paula Benaci , que morreu no local.

    A mulher estava grávida e dirigia em sentido ao centro de Brusque, quando ocorreu o acidente. O caminhão que carregava o contêiner era um Scania R124, da empresa AS Transportes, de Itajaí.
    O motorista disse que passa pelo mesmo local todos os dias e que outro carro teria conseguido escapar por pouco do acidente.

    Ana Paula Benaci, 33 anos, foi identificada como a vítima fatal do acidente da manhã desta quarta-feira, 20, no Centro de Brusque, por volta das 8h. Ela estava grávida.

    A jovem dirigia um Audi, com placas de Brusque, quando uma carreta que transportava um contêiner pendeu para a pista contrária e tombou sobre o carro que seguia sentido Centro ao bairro Santa Terezinha.

    O acidente aconteceu na avenida Bepe Roza, a Beira Rio, próximo à ponte Mário Olinger, conhecida como ponte dos bombeiros.

    Ana Paula faz parte da família proprietária da empresa Terraplanagem Augusto.

    A carreta Scania/R124, da empresa SA Transportes, de Itajaí, carregava fios no momento do acidente. A carga tinha em torno de 25 toneladas e seria levada para Guabiruba.

    De acordo com o motorista, ele transitava com frequência pelo local. O profissional estava acompanhado de outras três pessoas.
    “Saí de Itajaí por volta das 7h, estava devagar, passo aqui todos os dias, hoje tinha muita neblina. Outro carro conseguiu passar, mas esse não, infelizmente”, lamentou o caminhoneiro.

    Remoção
    Segundo a Guarda de Trânsito de Brusque (GTB), agentes estão desviando o trânsito na ponte do Trabalhador e na altura do Fort Atacadista.

    As 11h30, o corpo da vítima ainda estava dentro do veículo. O Instituto Médico Legal (IML) está no local, mas a perícia ainda não foi realizada. O serviço de remoção deve levar até o meio-dia ou adentrar a tarde.

    O Instituto Geral de Perícias (IGP) solicita que os motoristas evitem passar pela Beira Rio enquanto os guindastes estiverem no local.

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    Menina de 5 anos fica PARALISADA por 12 horas, mãe alerta do perigo · Supermae.club

     

    A mãe Jessica Griffin, viu sua filha Kailyn Kirk, de 5 anos, ficar com as pernas adormecidas, quando entrou no quarto da filha e viu ela caída da cama sem mover as pernas. O que ela estranhou que isso nunca tinha ocorrido antes, mas o que deixou ela mais surpresa foi quando descobriu que tudo o que aconteceu devido a um carrapato que estava localizado na cabeça da criança.

    No primeiro momento a mãe achou que seria algo passageiro,apenas ajudou ela a trocar de de roupa para não se atrasar para a escola. Mas assim que começou a arrumar os cabelos da menina, observou que um carrapato mordeu a cabeça da criança.

    Logo viu que além das pernas paralisadas, a fala também estava ficando confusa. Sem saber o que fazer diante da situação, a mãe Jessica, que mora no Mississippi nos Estados Unidos, ligou para o marido que estava em missão no Iraque, e relatou o acontecido.

    Imediatamente o pai orientou que o inseto deveria ser colocado em um saco plástico, e ela deveria levar a menina até a emergência de um hospital mais próximo.No hospital realizaram alguns exames de sangue e tomografia, que confirmaram o diagnostico, ou seja, a criança estava com paralisia devido a picada do carrapato, adquirida por neurotoxina presente da saliva do inseto.

    O médicos informaram que com a removerão do inseto, a saúde de Kailyn seria restabelecida, num período de 12 a 24 meses, acabou em 12 horas.
    Terminado o susto, Jessica resolveu compartilhar a história em suas redes sociais com o objetivo de alertar outros pais que fiquem atentos aos filhos.

    Com isso, o post oficial no Facebook ganhou mais de 107 mil reações e teve número alto de compartilhamentos, ultrapassando mais de 410 mil vezes.


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    Sabrina Sato decide suspender o casamento com Duda Nagle · Supermae.club

     

    Passando por uma gravidez de risco e tendo muitos cuidados, Sabrina Sato tomou a decisão de, adiar os planos do casamento com o noivo, o ator Duda Nagle, com quem já mora junto.

    O casal pretendia trocar as alianças antes da bebê nascer, mas ela explica que não vai dar.

    “Agora a prioridade é a nossa filha. Pensamos em nos casar, mas pensa que eu conheço muita gente, não vai dar pra ser um casamento pequeno, né? Serão meses de preparação, então, por agora não será. O que importa é que estamos mais unidos do que nunca”, revelou ela, em entrevista para a revista Glamour.

    Sabrina tambem falou sobre a duvida para o nome da bebê.
    “Eu e o Duda já pensamos em vários nomes, mas ainda não decidimos. Gosto muito de Kira, Ava, Chiara, Luiza, Amora… Aceitamos sugestões de nomes, mandem pra gente!”.

    Ela também falou sobre como esta sendo a gestação: “A notícia da gravidez e de que tinha risco veio junto. Na minha vida, é sempre assim. E foi a felicidade de saber que estava grávida e a preocupação com os riscos. Mas resolvi que ia fazer de tudo pra dar certo, e fiz repouso absoluto por mais de um mês no hospital e em casa. Não foi fácil. Mas sempre acreditei que tudo ia dar certo. Depois que a gente descobre a responsabilidade de ser mãe, e sabe que tem alguém dentro da gente, descobre uma força interior que não sabia que tinha. A gente se transforma”, contou ela.

     


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    Pai INDIGNADO posta no facebook foto do filho MORTO após mãe passar por 4 maternidades em Alagoas · Supermae.club

     

    O pai do bebê postou em suas redes sociais um desabafo de tudo o que passou com sua esposa depois de passarem quatro maternidades em busca de ajuda.

    O pai José Elias da Silva de Teotônio Vilela, Alagoas, postou a foto do seu filho morto nas redes sociais e a imagem viralizou na internet. O parto do natimorto aconteceu dia (19/06) na Maternidade Santa Mônica em Maceió.

    Junto a imagem o pai escreveu:” Indignado
    Em pleno século XXI
    Desde quinta feira que levo Minha esposa pro hospital de Teotônio e o pessoal do hospital
    mandado ela pra casa. Perdendo líquido e a resposta era esperar e ir pra casa. Resultado tá aí meu filho morto. Izabelle Monteiro Alcântara Pereirall Joãozinho Pereiral. Não consigo aceitar que isso ainda ocorra na saúde pública.”

    O pai contou que levou a esposa por quatro vezes e o pessoal do hospital mandava ela pra casa, mesmo perdendo líquido.

    A familia relata que a parturiente havia pedido por uma cesárea, mas não foi atendida pelos hospitais, que de acordo com ela queriam que esperasse pelo parto natural.

    Em nota, a secretária Izabelle Pereira fala que não houve negligência. Como segue a nota a seguir:

    NOTA DE ESCLARECIMENTOS

    A respeito do evento Noticiado nos Meios de Comunicação locais e redes sociais nos dias 18 e 19 de junho de 2018, segundo o qual a gestante de iniciais M.Q.O.M teria recebido atendimento médico inadequado no Hospital Municipal Nossa Senhora das Graças, culminando com a morte de seu bebê, cumprimos o dever de prestar os seguintes esclarecimentos à comunidade:
    A Gestante acima citada procurou o Hospital Municipal em trabalho de parto queixando-se de “perda de líquido”, sendo prontamente atendida pela equipe plantonista, que a manteve sob observação e tomou todas as condutas indicadas para o quadro clínico. Durante a evolução do trabalho de parto a equipe evidenciou necessidade de encaminhamento da gestante a Santa Casa de Misericórdia de São Miguel dos Campos, Hospital de Referencia na Região para o atendimento. Neste momento, a Gestante Sra. M.Q.O.M deixou a maternidade estável, com movimento e batimentos fetais sem alterações, mantida sob cuidado supervisionado, através de ambulância do município com suporte adequado e devidamente acompanhada por uma profissional da saúde, conforme protocolo de rotina. Ocorre, que o hospital referência para a Cidade de Teotônio Vilela/AL, ou seja, a Santa Casa de Misericórdia de São Miguel dos Campos, não estava recebendo novas gestantes, alegando ausência de material para procedimentos, o que tornou a transferência mal sucedida. Após sua negativa na Santa Casa de Misericórdia de São Miguel dos Campos, a gestante fora orientada a seguir viagem a cidade de Maceió, especificamente Casa de Saúde e Maternidade Nossa Senhora de Fátima, sendo avaliada e encaminhada para a maternidade Santa Mônica, também na cidade de Maceió, onde ocorreu o parto. Todo o transporte foi feito em ambulância oficial, acompanhada por profissional de saúde e familiar da paciente, bem como toda a história clínica devidamente documentada. Assim, vale salientar que nas dependências do Hospital Municipal Nossa Senhora das Graças em Teotônio Vilela, Estado de Alagoas, a paciente recebeu todos os cuidados necessários e possíveis, em tempo oportuno e de acordo com os protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde e OMS. Diferente do noticiado nas redes sociais, não houve negligência,imperícia, imprudência, omissão ou qualquer outra conduta que possa justificar o bombardeio de informações e críticas a Gestão Hospitalar. Pelo contrário, diariamente o hospital atende cerca de 300 pacientes e realiza uma média de 30 partos, o que significa que ele cumpre fielmente seu papel de salvar vidas e atender dignamente a população Vilelense. Ocorre que a ausência de leitos para tratamento especializado é um problema enfrentado por todos os municípios de Alagoas, não sendo exclusivo de Teotônio Vilela, carecendo de investimentos dos Governos Estadual e Federal. Aos municípios, como é o nosso caso, cabe solicitar a vaga aos Hospitais de Referência (Santa Casa de Misericórdia de São Miguel dos Campos) e acompanhar o processo, o que fielmente foi realizado. A Secretaria Municipal de Saúde, Direção do Hospital e os profissionais envolvidos no atendimento à paciente, nos solidarizamos profundamente com a dor da família em luto e afirmamos que nunca omitimos ou omitiremos socorro e que lamentamos imensamente não poder salvar as vidas que chegam até nós de forma irremediável, lamentando profundamente o ocorrido e se prontificando a ficar à disposição para prestar os esclarecimentos que se fizerem necessários, inclusive com a devida abertura de inquérito administrativo para apuração dos fatos e aplicação de possíveis penalidades.
    Em Teotônio Vilela, aos 19 dias do mês de junho de 2018.
    Izabelle Monteiro Alcântara Pereira
    Secretária Municipal de Saúde

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    Gêmeas Siameses nasceram unidas e não podem ser separadas: Muito Triste! Veja: · Supermae.club

    Os médicos dizem que é muito difícil.

    Milagre no hospital escola universitário, nascem gêmeas siamesas unidas por um só coração e um fígado.

    No Hospital Escola Universitário (Ueb), nasceram umas siamesas unidas pelo coração e pelo fígado, e não podem ser separadas, conforme confirmaram os médicos a sua mãe Jennifer Pamela Martinez (27), quem aos cinco meses de gravidez conheceu assim. Triste notícia.

    Nesse sentido, faz um apelo à solidariedade dos hondurenhos, porque as suas filhas devem estar ligadas a oxigénio, e precisam de leite, fraldas e outros artigos de bebé.

    Nesse sentido, faz um apelo à solidariedade dos hondurenhos, porque as suas filhas devem estar ligadas a oxigênio, e precisam de leite, fraldas e outros artigos de bebê.

    “Eu não sabia o que significa essa palavra ( siamesas ), procurei no internet e como toda mãe fiquei chocada, porque não é algo fácil”, comentou a mãe das pequenas, que nasceram no dia 5 DE JUNHO, e a. Quem seus pais decidiram batizado com os nomes de Maria Fernanda e Maria José.

     


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    A história comovente por trás da foto viral da criança chorando · Supermae.club

     

    Esta imagem está fazendo o mundo parar e ver o que está acontecendo.

    Na imagem a menina de dois anos, desesperada, chorando chamando por sua mãe, enquanto ele é interrogada na fronteira entre os EUA e o México.

    Apenas uma das centenas de famílias que tentam atravessar ilegalmente.

    Agora o fotógrafo, John Moore, da Getty Images, explicou como ele chegou a capturar esse momento comovente.

    “Eu pude ver o medo em seus rostos, em seus olhos”, disse ele à National Public Radio.

    “Quando a Patrulha da Fronteira baixou os nomes das pessoas, pude ver uma mãe segurando uma criança. E quando chegou a hora de a mãe e a filha de dois anos serem revistadas antes do transporte para o centro de processamento, elas falaram à mãe para largar a filha.

    Ele disse que teve apenas alguns segundos para capturar a imagem e nem sequer conseguiu tempo para conseguir seus nomes.

    Desde então, descobriu-se que a menina de dois anos e sua mãe passaram um mês viajando de Honduras antes de cruzar a fronteira.

    Quase 2.000 crianças foram separadas de seus pais entre meados de abril e o final de maio.

    “A maioria de nós aqui ouviu a notícia de que o governo planejava separar as famílias”, disse Moore.

    “Essas pessoas realmente não tinham idéia sobre essa notícia e era difícil tirar essas fotos, sabendo o que viria a seguir.

    “Mas como pai, e eu mesma tenho uma criança, foi muito difícil ver o que estava acontecendo na frente das minhas lentes, e pensar como seria para meus filhos se separarem de mim.”

    Não se sabe o que aconteceu com a menina com os cachos escuros, mas supõe-se que, como centenas de outras crianças, foi provavelmente separada de sua mãe em um centro de processamento.

    Áudio de dentro de uma instalação de Patrulha de Fronteira que capturou crianças chorando por suas mães e pais depois que elas foram separadas de seus pais – enquanto um agente fez piadas, recentemente foi divulgado publicamente.

    Em um antigo armazém no sul do Texas, centenas de crianças são mantidas em jaulas criadas por cercas metálicas, com uma gaiola.

    As crianças choram por seus pais enquanto agentes da Patrulha da Fronteira zombam delas.

    “Bem, nós temos uma orquestra aqui”, diz o agente da Patrulha da Fronteira em espanhol na gravação postada pelo Pro Publica na segunda-feira.

    “O que está faltando é um condutor.”

    Pro Publica não revelou exatamente de qual instalação o áudio vem, mas diz que é de 10 crianças da América Central com idade entre 4 e 10 anos e foi registrado na semana passada, cerca de um dia após a separação.

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    Eva Longoria dá à luz um menino! Veja: · Supermae.club

     

    Eva Longoria deu à luz seu primeiro filho com o marido José Bastón.

    A estrela de Desperate Housewives deu as boas-vindas a um menino ontem terça-feira (19/06), o herdeiro chama-se Santiago Enrique Bastón.

    A atriz aos 43 anos, deu à luz no Centro Médico Cedars-Sinai, em Los Angeles.

    Eva postou em suas redes sociais uma foto embalando o recém-nascido. HOLA!EUA e disseram: “Somos muito gratos por esta bela bênção”.

    Enquanto o rosto de Santigo não pode ser visto por completo,ele aparece no peito de usa mãe, a mãozinho pode ser vista por debaixo de um cobertos branca e usa um gorro listrado na cabeça.


    Ela ainda conseguiu parecer glamourosa apesar de ter dado à luz, exibindo uma aparência brilhante, sobrancelhas bem cuidadas e cílios perfeitos.

    A atriz revelou em dezembro do ano passado que estava grávida.

    Ela teve um chá de bebê repleto de estrelas, com convidados como Marcia Cross, Eva’s Desperate Housewives, a atriz de Jogos Vorazes Elizabeth Banks, a estrela de One Tree Hill Sophia Bush e Melissa Fumero, que aparece no Brooklyn Nine-Nine.


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    Mãe que ficou durante 3 meses com o bebê na UTI, terá licença-maternidade a contar da alta, diz Justiça do DF · Supermae.club

     

    A mãe de uma bebê com Síndrome de Down, passou os 100 dias primeiros dias de vida de sua filha internada em uma UTI neonatal em Brasília.Ela ganhou na justiça o direito de reiniciar a licença-maternidade “do zero”. Os 3 meses de hospitalização foram desconsiderados da contagem do benefício; cabe recurso.

    A decisão foi baseada no princípio de “melhor interesse da criança” e diz que “o tempo de internação de uma recém-nascida na UTI não deve impactar no período de licença-maternidade da mãe dela”. Cabe recurso.

    “A licença maternidade deve se iniciar somente após a saída dos recém-nascidos da UTI”, diz a decisão.
    No entendimento dos magistrados, o cuidado da mãe em tempo integral, nos primeiros meses de vida, é “fundamental para assegurar o desenvolvimento físico, psíquico e emocional saudável da criança”.

    “A internação prolongada de bebês com diversos problemas de saúde impede a concretização de uma das finalidades da licença, que é a de convivência e estreitamento do laço afetivo entre a mãe e os filhos”, afirmam os desembargadores.

    A decisão de acordo o magistrado relator do caso, Arnaldo Corrêa Silva, a extensão da licença-maternidade foi concedida à servidora pública porque, além da Síndrome de Down, a recém-nascida apresentou “cardiopatia congênita grave” – ou seja, problemas cardíacos de nascença.
    Por causa da doença, a menina – hoje, com 9 meses – teve que ser submetida a uma cirurgia. Ao todo, foram 3 meses e 21 dias de internação. A mãe da bebê disse ao G1 que não gostaria de falar sobre o caso.
    Se não tivesse recorrido à Justiça, o período do benefício concedido à servidora terminaria em abril passado. Com o acolhimento do pedido, ela só terá de voltar ao trabalho após o dia 30 de julho.

    Em decisão anterior, o juiz de primeira instância havia negado a solicitação. No entendimento do magistrado, a licença-maternidade concedida à mãe deveria contar do dia do parto.

    Até o momento, não há lei no Distrito Federal que regule o tema. O G1 entrou em contato com o governo local – onde a servidora licenciada trabalha. Em nota, a Procuradoria-geral do DF afirmou que a decisão contida no processo “alcança tão-somente a autora da ação”, ou seja, não se aplica para os demais casos.

    Fonte G1

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    Mãe amamenta filho de 7 anos e não tem vergonha! Veja · Supermae.club

     

    A mãe uma australiana defende que manter o hábito de amamentar o filho autista e maneira de acalmá-lo.

    Lisa Bridger encontrou uma maneira incomum de acalmar o filho autista Chase, de 7 anos. Ela ainda o amamenta uma vez ao dia, geralmente antes de ir dormir, e que acalma e ajuda a tomar menos remédios, porque ele fica muito calmo. ela disse em entrevista ao site Kidspot.

    “A amamentação impediu que precisasse tomar remédios porque o acalma. Ela dá uma base para ele e é uma maneira fantástica de se reconectar”

    Por causa do autismo, Chase tem problemas para dormir. “Nós tentamos a melatonina (hormônio relacionado ao sono), mas não funcionou porque não consegui que ele engolisse. Então, assim, ele obtém o hormônio por meio do meu leite materno. Dessa forma, consigo encurtar as crise ao amamentá-lo. É uma ótima ferramenta para ajudar no autismo”, afirmou.

    Lisa ainda amamenta o filho caçula, Phoenix, de 4 anos, que também está no espectro autista.Ela conta que nunca teve problemas para amamentar em público, mas que é agredida com palavras quando fala sobre o assunto na internet.

    “Qualquer mulher que amamenta uma criança maior de um ano é acusada de abuso infantil, pornografia, e de estar prejudicando a saúde da pequena e dizem a ela que, se o filho já anda e fala, não precisa ser amamentado. Como respeitar a necessidade dele pode ser abuso?”, questiona a mãe

    Ela afirma que ainda não pensa em parar de amamentar.


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