Caso Rhuan Maycon completa um mês: ‘Nunca vi nada parecido’, diz delegado do DF

Esse caso é tão terrível que, até para um profissional experiente como o investigador do caso, atuando há mais de 20 anos na profissão, o delegado disse “nunca” ter visto um caso como este no DF.

“Fui bombeiro por 12 anos. Vi muita tragédia humana. Mas para casos envolvendo criança, a gente não é blindado.” Disse o delegado Guilherme Sousa Melo em entrevista ao G1.

A mãe, junto com a companheira, matou e esquartejou o menino Rhuan Maycon e 9 anos.

Um mês após esse terrível crime, as investigações confirmaram que a mãe, Rosana Auri da Silva Cândido, 27 anos e a mulher com quem vivia, Kacyla Pryscila Santiago Damasceno Pessoa, 28, são responsáveis pelo assassinato do menino e depois de esquartejar, jogaram partes do corpo em um bueiro. Partes do corpo foram encontradas por moradores da vizinhança.

O crime aconteceu no dia 1º de junho, durante a madrugada em Samambaia DF. A mãe da criança e a companheira arquitetaram um plano para se livrar da criança. Novas informações sobre esse crime é assustador.

Para esclarecer o caso tendo também informações sobre o passado da mãe e companheira, o policial esteve no Acre, em Rio Branco, lá ele descobriu o seguinte;

“Com apenas 4 anos de idade, Rhuan passou a sofrer constantes agressões físicas e psicológicas e a ser constantemente castigado de forma intensa e desproporcional, ultrapassando a situação de mero maltrato”, segundo registro de denúncia.

Em 2014, a mãe sequestrou o próprio filho, Rhuan fugindo com a companheira e a filha da mulher de 8 anos. O pai deu queixa na delegacia, pois a guarda do menino estava determinada pela Justiça para ficar com o pai. Assim como o pai, a família da mãe também procurava pelo garoto.

A motivação do assassinato do menino teria sido por vingança;

“A morte seria uma vingança. A mãe disse que sentia ódio e nenhum amor pela criança.” Disse o policial, “Nessa vida de policial, vemos muita coisa ruim. Esse caso foi a natureza humana no seu mais brutal aspecto”

As mulheres, mãe e companheira que mataram o menino, estão presas sem autorização de terem contato, para isso a justiça determinou que fiquem em celas separadas.

A filha da companheira, uma menina de 8 anos, estava em casa no dia do crime, agora ela está na responsabilidade do Conselho Tutelar.

Foto: reprodução


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Written by Marina Souza

Olaa pessoal! Sou a Marina, amo escrever sobre maternidade, família e noticias de ultima hora, com intenção de colaborar com a sociedade e a família. Amo meus filhos e tenho uma gatinha preguiçosa. Ah ja ia me esquecendo, sou blogueira ha 12 anos.

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