Coronavírus: a tristeza profunda das famílias proibidas de enterrar os seus entes na Itália

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A pandemia do novo coronavírus está mudando a rotina dos italianos e em todo o mundo, sendo que, na Itália até o direito de dar o último adeus aos entes queridos foi tirado.

Começou na China, em dezembro de 2019, quando os primeiros casos de infecção pulmonar pereceram diferentes de uma pneumonia comum, logo, muitos outros casos surgiram e as mortes deixaram os chineses assustados.

Em pouco tempo, o novo coronavírus foi anunciado por autoridades de saúde da China, alertando o mundo para os riscos de um surto mundial. Só que os números de mortos por dia não paravam de subir nos boletins, até que o Covid-19 atravessou fronteiras e passou a infectar cidadãos em outros países com velocidade impressionantemente rápida.

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Em pouco mais de 2 meses, após muitas mortes na China e milhares de pessoas terem contraído o vírus, a Organização Mundial de Saúde, OMS, classificou o novo coronavírus como pandemia.

A Itália foi o país da Europa que mais sofreu com a pandemia, hospitais lotados, pessoas em isolamento domiciliar, após comprovar nos testes o Covid-19. Muitos outros em quarentena para evitar a propagação da doença.

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Mas a tristeza é ainda pior, para aqueles que não conseguem nem ter o direito de velar e enterrar seus familiares e amigos, que perderam a vida na pandemia.

O caso é tão grave que em Bergamo, caminhões do exército foram chamados para auxiliar na retirada dos caixões, que estavam no necrotério para serem cremados, mas o único crematório da cidade não estava dando conta, devido ao grande número de corpos que diariamente eram enviados ao necrotério.

Em Milão, o funcionário de uma funerária disse; “Essa pandemia mata duas vezes”, referindo-se ao isolamento e depois a perda dos entes queridos.

Quando um paciente vai a óbito pelo novo coronavírus, ninguém pode se aproximar do corpo, o caixão é lacrado e levado para o necrotério, onde fica até ser cremado.

São centenas de mortos sem que os familiares possam seguir com as tradições de despedida, aumentando e tornando a dor ainda mais profunda e sem nenhum acolhimento, pois é preciso manter o afastamento social para receber conforto.

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Fonte: Uol


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Written by Silvia Cardoso Souza

Professora Silvia, dou aulas no periodo vespertino e escrevo noticias nos sites da rede Maetips. Mãe de dois meninos, Lucas e Renato de 6 e 12 anos. Sejam muito bem vindos.

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