Neurocirurgião explica como foi atendimento a Gugu: ‘Deteriorou rapidamente’

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Guilherme Lepsky, médico neurocirugião brasileiro que confirmou a morte encefálica de Gugu Liberato explicou o procedimento, que aconteceu em um hospital de Orlando, nos EUA, onde o apresentador sofreu um acidente doméstico na última quarta-feira (20).

Em entrevista ao Jornal Nacional, o médico afirma que Gugu não chegou na unidade de saúde com morte cerebral, mas que seu quadro se agravou rapidamente.

“Aí foi um tempo para se declarar a morte encefálica, um tempo maior. Porque a gente precisa ter um tempo de observação. Uma coisa é avaliação da gravidade neurológica no momento que o paciente entra. Outra coisa é diagnóstico da morte encefálica, que demanda tempo. Tinha alguma atividade respiratória no início, então não era de início morte encefálica. Tinha alguma atividade na prova de apneia, uma prova que se faz. Acontece que o quadro foi se deteriorando rapidamente. E aí as provas subsequentes comprovaram isso (a morte cerebral)”, diz.

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O apresentador tinha chegado aos EUA na própria quarta, após uma viagem a Singapura. Ele subiu no forro da casa para tentar trocar o filtro do ar-condicionado. Uma parte de gesso do forro não aguentou o peso de Gugu e cedeu. O apresentador caiu de uma altura de quatro metros, na sala da casa, e bateu a cabeça.


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Written by Ana Paula Richa

Jornalista de profissão, e redatora por vocação. Escrevo com prazer tentando passar em palavras, emoções que possam tocar a vida das pessoas. Nas horas vagas mamãe de gatos e degustadora de cafés, que são meus grandes amores.

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